Um dano causado no DNA de uma célula faz parte do resultado do linfomas.
Conforme várias pesquisas científicas o dano do DNA ocorre após o nascimento, portanto trata-se de uma doença adquirida e não hereditária.
Devido a essa mutação ou alteração no DNA do linfócito é gerada uma transformação maligna, que resulta no crescimento descontrolado e excessivo dos linfócitos, que vão se multiplicando sem controle.
Com o acúmulo das células vão se formando tumores que iniciam nos linfonodos que são as gânglio linfáticos, mas conforme a doença evolui pode atacar outras partes do nosso corpo.
Orgão que são atacados
Podendo comprometer e envolver a medula óssea, sistema nervoso central, testículos, pele e etc.
Causa e risco
O número de casos de linfomas dobrou nos últimos anos, mas é desconhecido esse aumento.
Os maiores casos são as pessoas que vivem nas regiões agrícolas, devido ao grande uso dos herbicidas e pesticidas estão ligados a ocorrência do linfoma.
Indivíduos infectados pelos vírus HTLV ou pelo vírus HIV apresentam maior risco de desenvolver linfoma.
Há casos ocasionais de manifestações concentradas em uma família, similarmente ao que se verifica em outros tipos de câncer. V
erifica-se um aumento na incidência de linfoma em irmãos de pacientes que apresentam a doença.
Entretanto, a imensa maioria dos casos da doença ocorre em indivíduos sem fatores de risco identificáveis e a maioria das pessoas com supostos fatores de risco nunca contraem a doença.
Principais sintomas e regiões atacadas no corpo
- pescoço, axilas e verilha
- região do torax
- tosse, falta de ar, dispnéia e dor torácica
- pelve, abdome (plenitude e distensão abdominal)
- febre, fadiga, sudorese nortuna
- perda de peso, coceira na pele
Diagnóstico e Tratamento
- Biópsia excisional ou incisional – o médico, através de uma incisão na pele, remove um gânglio inteiro (excisional), ou uma pequena parte (incisional);
- Biópsia de medula óssea – retira-se um pequeno fragmento da medula óssea através de agulha.
Esse procedimento não fornece diagnóstico da Doença de Hodgkin, mas é fundamental para determinar a extensão da disseminação da doença;
- Estudos de citogenética para determinar alterações cromossômicas nas células;
- Imunohistoquímica, na qual anticorpos são usados para distinguir entre vários tipos de células cancerosas;
- Estudos de genética molecular, que são testes de DNA e RNA altamente sensíveis para determinar traços genéticos específicos das células cancerosas.
Após o tratamento
A radioterapia e os esquemas de quimioterapia empregados regularmente trazem riscos para os pacientes após o tratamento.
Entre os mais importantes estão o desenvolvimento de outros tipos de câncer (mama, pulmão, tireóide, linfomas e leucemias) e possível infertilidade.
No entanto, estes riscos não são suficientemente grandes a ponto de se questionar o uso dessas formas de tratamento, visto que a Doença de Hodgkin é curável se tratada adequadamente.
Os pacientes devem ser seguidos continuamente após o tratamento, com consultas periódicas cujos intervalos podem ir aumentando progressivamente.
Como melhorar cada vez mais a sua saúde e bem estar.
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