Como tomar medidas de Segurança Online

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Os noticiários nacionais e internacionais os relatam quase semanalmente, a cada dois ou três acontecem a nível global e nem os governantes dos mais diversos países estão protegidos dele – o vazamento de dados pessoais.

Em tempos em que a grande maioria confia mais informações e dados relacionados a sua pessoa a máquinas e computadores do que aos próprios amigos, a pergunta como essas informações não acabam nas mãos das pessoas erradas não quer calar.

Desde o escândalo envolvendo a agência de inteligência americana NSA que espiou até a Presidente da República e que foi revelada pelo ex-agente Edward Snowden, a comunicação criptografada se tornou um assunto mais conhecido.

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Porém, apesar de querer proteger seus dados, muitos internautas sem conhecimento das tecnologias utilizadas não sabem exatamente como se proteger contra ataques de hackers que podem revelar sua vida pessoal, roubar senhas de suas redes sociais ou até acessar seus dados bancários.

Por onde começar então?

Ao navegar em sites que pedem informações pessoais como nomes, endereços, data de nascimento, e-mail ou conta bancária, todo internauta deve verificar que o ambiente em que ele está postando suas informações é seguro.

A forma mais simples é o certificado SSL reconhecido pelo características “https” em vez do simples “http” no campo da URL do navegador.

Boa parte dos administradores de sites já está ciente das necessidades e detentor de um tal certificado atribuído por empresas independentes especializadas como Cloudflare ou 1&1, mas nem todos já adaptaram a tecnologia.

Caso perceba essa insuficiência deve alertar que deixou de preencher um formulário por esta razão. Não há motivos para a falta de segurança, quando ela pode ser garantida por R$35,00 por ano mediante certificação SSL.

Outra porta de entrada a seus dados são os e-mails. Seja pela obtenção da senha pessoal ou por métodos de phishing ou ao longo da trajetória por diversos servidores, as mensagens pessoais podem ser mais susceptíveis a extravios.

Se proteger dessa ameaça requer instrumentos especialmente concebidas com criptografia “end-to-end” como fornecido pela empresa suiça ProtonMail.

Por não haver um padrão estabelecido para e-mails como é o caso do certificado SSL e a consequente incompatibilidade entre os clientes de e-mail diferentes, é possível se proteger sem se desvincular dos desprotegidos.

Só quando o autor e destinatário do e-mail utilizam o mesmo tipo de criptografia direta é possível uma comunicação completamente segura.

Já que 99% dos internautas utilizam clientes comuns como Gmail, Outlook ou Yahoo, esta difícil mudar este quadro rapidamente.

Por outro lado, há necessidade que alguém comece para que a massa possa seguir depois.

Apesar de não haver segurança absoluta na comunicação online, pode-se investir em medidas que podem trazer os dados pessoais mais próximo desse estado ideal.

 

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